Hino do Esperanto
Miguel Arcanjo Ferreira de Queiroz publikigis antaŭ 7 jaroj en Esperanto Ĉu ne?
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Priskribo
O hino do movimento esperantista.
“La Espero” (“A Esperança”) é um poema escrito por L. L. Zamenhof (1859-1917), o iniciador do Esperanto. Foi publicado pela primeira vez em 1890, no livro Tutmonda Lingvo Esperanto por Rusoj, em 1890. O poema é frequentemente considerado como o hino do movimento esperantista. O hino diz o seguinte:
Surgiu no mundo um novo sentimento,
Pelo mundo ecoa um forte chamado;
Pelas asas de um vento favorável,
Que ele voe agora, por todos os lugares.
Não é à espada sedenta de sangue,
Que ele arrasta a família humana:
Para o mundo, sempre em guerra,
Ele promete a santa harmonia.
Sob o santo símbolo da esperança,
Reúnem-se os guerreiros da paz;
E rapidamente cresce a causa,
Através da luta dos trabalhadores da esperança.
Fortes jazem muros milenares,
Entre os povos, todos divididos;
Mas se romperão as persistentes barreiras,
Pelo santo amor derrubadas.
Tendo por base uma língua neutra,
Compreendendo-se uns aos outros,
Os povos farão parte, em consenso,
De um só grande círculo familiar.
Nossa diligente irmandade,
Na luta pela paz, não se cansará;
Até que o belo sonho da humanidade
De ter a eterna benção se realize.
A melodia mais conhecida, composta por Ménil, de caráter quase militar, não foi a ária pela qual o poema de Zamenhof era inicialmente cantado. A primeira melodia foi composta em 1891, pelo sueco Claes A. Adelsköld. Outra melodia foi publicada em 1903, na revista britânica The Esperantist (Vol. 1, No. 1), composição de Achille Motteau (esperantisto 6266).
Durante o primeiro Congresso Universal de Esperanto, na França, ocorrido em 1905, foram propostas duas melodias: a composta por Adelsköld e a de Ménil. Nenhuma delas foi aceita, de modo definitivo, como o hino oficial do Esperanto. O texto final da discussão dizia apenas que “…tomamos a decisão de adiar o pedido pela criação de um hino universal para ser considerado no próximo congresso”. A melodia composta pelo belga Félicien Menu de Ménil, no modelo de “marcha triunfal”, se tornou a mais famosa, apesar de não ter sido oficialmente aprovada a incorporação no Congresso Universal de Esperanto.
Fonte da Wikipedia em língua portuguesa.